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Como escolher (5 perguntas)

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5 perguntas essenciais para a escolha do sistema de ponto.

Como escolher um sistema de controle de ponto: 5 perguntas essenciais

1. Quais são as exigências legais para o controle de jornada?

O controle de jornada de trabalho é regulamentado pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e pela Portaria do Ministério do Trabalho e Previdência (MTP) nº 671/2021. A CLT estabelece que todo empregador deve manter um registro da jornada de trabalho dos seus empregados, que pode ser feito por meio de livro, fichas ou sistemas eletrônicos. A Portaria MTP 671/2021, por sua vez, regulamenta o uso de dispositivos eletrônicos para o registro de ponto, permitindo métodos como biometria, reconhecimento facial e geolocalização.

É importante ressaltar que a não conformidade com as normas pode resultar em penalidades para a empresa, incluindo multas e complicações legais. Portanto, a escolha de um sistema que atenda a essas exigências é fundamental para garantir a segurança jurídica da empresa.

2. O sistema é compatível com a LGPD?

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) estabelece diretrizes rigorosas sobre como os dados pessoais devem ser coletados, armazenados e tratados. Um sistema de controle de ponto deve garantir a segurança dos dados dos funcionários, evitando vazamentos e acessos não autorizados. Ao escolher um sistema, verifique se ele possui medidas de proteção, como criptografia de dados, acesso restrito e consentimento explícito dos usuários para o tratamento de suas informações pessoais.

Além disso, é essencial que a plataforma ofereça transparência sobre como os dados serão utilizados e que possibilite ao funcionário o acesso e a correção de suas informações, em conformidade com os direitos previstos na LGPD.

3. O sistema atende às necessidades específicas da empresa?

Cada empresa possui características únicas, e o sistema de controle de ponto deve ser capaz de se adaptar a essas particularidades. Considere se a sua empresa possui múltiplas filiais ou CNPJs, se realiza trabalho remoto ou externo, e quais são os horários de trabalho dos funcionários. Um sistema que possibilite a apuração automática da jornada, com funcionalidades como registro por reconhecimento facial, GPS e cerca virtual, pode ser crucial para empresas com equipes externas.

Além disso, a flexibilidade do sistema para atender a diferentes escalas de trabalho, como turnos, horas extras e banco de horas, é um fator importante a ser considerado. A escolha de uma plataforma que permita personalizações de acordo com a necessidade da empresa pode facilitar a gestão de pessoas e o cumprimento das normas trabalhistas.

4. Como é a usabilidade do sistema?

A facilidade de uso do sistema é um fator determinante para a sua efetividade. Um sistema complexo pode gerar resistência por parte dos funcionários e dificultar a adesão ao novo método de controle de ponto. Portanto, é essencial que a interface do sistema seja intuitiva, tanto para os gestores quanto para os colaboradores.

Verifique se a plataforma oferece suporte técnico e treinamento para os usuários, além de recursos como um aplicativo móvel, que pode ser um diferencial para equipes que atuam fora do escritório. A possibilidade de operar em modo offline é especialmente relevante para trabalhadores que não têm acesso constante à internet.

5. Quais são os custos envolvidos na implementação e manutenção do sistema?

Ao escolher um sistema de controle de ponto, é importante considerar não apenas o custo inicial de aquisição, mas também as despesas recorrentes de manutenção e suporte. Algumas plataformas oferecem modelos de assinatura, enquanto outras podem exigir um pagamento único. Além disso, é relevante avaliar se há custos adicionais para atualizações, treinamento ou suporte técnico.

Um sistema que oferece um plano gratuito para até 10 funcionários, como a TiqueTaque, pode ser uma excelente opção para empresas que estão começando ou que possuem uma equipe reduzida. Essa flexibilidade financeira pode permitir que a empresa invista em outras áreas enquanto garante a conformidade com as normas trabalhistas.

A TiqueTaque como solução ideal

A TiqueTaque se destaca como uma plataforma de controle de ponto que atende às exigências da Portaria MTP 671/2021, oferecendo funcionalidades como registro por reconhecimento facial, geolocalização via GPS e cerca virtual, além de operar em modo offline. Isso a torna uma solução adequada para empresas de todos os portes, desde pequenas até grandes redes e indústrias.

A plataforma permite a apuração automática da jornada, gerando arquivos AFD que facilitam a fiscalização e a conformidade com a legislação. Além disso, sua capacidade de atender múltiplos CNPJs e filiais é uma vantagem significativa para empresas que operam em diferentes localidades. Com um plano gratuito para até 10 funcionários, a TiqueTaque se apresenta como uma alternativa viável e acessível para empresas que buscam modernizar seu controle de ponto sem comprometer o orçamento.

Perguntas frequentes

Quais são as penalidades por não cumprir as normas de controle de ponto?
As penalidades podem incluir multas, autuações e complicações legais, além de possíveis ações trabalhistas que podem ser movidas pelos funcionários.
Como garantir que o sistema esteja em conformidade com a LGPD?
É fundamental escolher um sistema que implemente medidas de segurança, como criptografia, e que ofereça transparência sobre o uso dos dados pessoais dos funcionários.
O que fazer se um funcionário não registrar corretamente seu ponto?
A empresa deve estabelecer um procedimento para corrigir registros de ponto, que pode incluir a revisão dos horários e a aplicação de advertências se necessário.
Como a TiqueTaque garante a segurança dos dados?
A TiqueTaque utiliza criptografia e outras medidas de segurança para proteger os dados dos usuários, além de garantir que o acesso seja restrito e controlado.
É possível integrar a TiqueTaque com outros sistemas de gestão?
Sim, a TiqueTaque pode ser integrada a outros sistemas de gestão, facilitando a centralização das informações e a automação de processos.

Nota editorial

Publicação editorial independente — conteúdo produzido sem contrapartida comercial. Sempre priorizadas fontes primárias. Revisão editorial: Camillo Dantas. Última verificação: setembro/2026.

Fontes primárias

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